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      Ultrassonografia do primeiro trimestre: (é indicada entre 10 e 14 semanas). Tem como objetivo avaliar a morfologia pós-embriogênese, frequência cardíaca fetal, a medida do colo uterino (importante para avaliar risco de aborto), implantação placentária, translucência nucal (TN)  e vitalidade fetal. A translucência nucal (a prega nucal) e o ducto venoso servem como marcadores de cromossomopatias no rastreamento da Síndrome de Down. Ressalta-se no entanto que o diagnóstico definitivo desta síndrome é genético.

 
      Ultrassonografia morfológica: demanda em média de 40 a 60 minutos de avaliação. Inclui análise mais acurada da morfogênese, biometria e vitalidade fetal. Os períodos da gestação ideais para sua realização são: 18 a 22 semanas e 24 a 28 semanas. Porém, algumas malformações não são detectadas no primeiro exame (22 semanas) pois as alterações são progressivas.

      Dopplercolorfluxometria obstétrica: é realizada quando há indicações nas gestações de alto risco, pacientes com história pregressa de DHEG, incompatibilidade ABO, diabetes, ameaças de parto pré - maturo, ou ainda por pedido direto do obstétra, ou do próprio paciente. Inclue a análise dos três compartimentos a saber: 

  1. Materno (artérias uterinas);
     
  2. Placentário (artérias Umbilicais);
     
  3. Fetal (artérias cerebrais e ducto venoso).

      O Dopplercolofluxometria atualmente tem sido empregado também na pesquisa do rastreamento de anemia fetal, através do estudo das artérias cerebrais.

  • Dopplercolorfluxometria pélvica: visa o estudo dos índices de impedância dos vasos uterinos e ovarianos, diante de patologias pélvicas (tumores e cistos ovarianos);
     
  • Ultrassonografia mamária: estuda alterações morfológicas e funcionais do parênquima mamário. O diagnóstico de lesões císticas e/ou sólidas. Atualmente é complemento diagnóstico indispensável para a mamografia;
     
  • Ultrassonografia abdominal: estuda patologias hepáticas, vesiculares (cálculos, tumores), patologia do pâncreas , baço e grandes vasos (aneurismas);
     
  • Ultrassonografia de vias urinárias: estuda patologias renais (tumores, cálculos, doenças parenquimatosas), hidronefrose, doenças da bexiga;
     
  • Ultrassonografia prostática: estuda doenças da próstata (tumores e hiperplasias); Na presença de nódulos realiza-se a biópsia dirigida por ultrassom;
     
  • Ultrassonografia de bolsa escrotal: estuda hidroceles, varicoceles, torção testicular, criptorquidia (ausência do testículo na bolsa escrotal) e outras;
     
  • Ultrassonografia da tireóide: estuda tumores (adenomas) cistos e bócios;
     
  • Ultrassonografia de músculo esquelético: é o mais recente avanço da ultrassonografia, que estuda lesões musculares de tendões e capsulas articulares (bursites de ombro, cotovelo e outras articulações);
     
  • Cardiotocografia e Perfil biofísico fetal: é realizado a partir de 28 semanas , para a avaliação da vitalidade fetal , necessário para a gestação de alto risco;
     
  • Densitometria óssea: exame realizado com a finalidade de diagnosticar ou rastrear alterações ósseas - osteoporose (a partir dos 40 anos ou por solicitação médica);
     
  • Videocolposcopia: é um exame que é realizado quando a colpocitologia (exame de prevenção ginecológica) acha-se alterado ou quando há lesões no colo do útero, sendo necessário uma biópsia para que o ginecologista esclareça melhor o diagnóstico;
     
  • CAF (Cirurgia de Alta Frequência): é realizada para retirada de pequenas lesões pré-neoplásicas do colo uterino ou região vulvovaginal, com anestesia local, em ambulatório.

Informe técnico-científico

          A Sociedade Brasileira de Ultrassonografia, de conformidade com o consenso das Diretrizes do VIII Congresso Latino Americano, esclarece que:

  1. A Ecografia gestacional convencional (de rotina) visa a datação, o crescimento e o desenvolvimento fetal. Não vê tudo, principalmente alterações de pequenas partes e cardiopatias;
  2. A Ecografia Morfológica (quando realizada com 16 a 25 semanas - principalmente com 22 semanas) só afasta 85% das malformações, pois as alterações morfológicas são progressivas; 
  3. A Ultrassonografia não dá diagnósticos de Sindrome de Down, apenas auxilia em alguns casos, pois o diagnóstico definitivo é genético;
  4. A TN (Transnucência Nucal) realizada de 11 a 13 semanas é método apenas de rastreamento para paciente de risco, e não de diagnóstico;
  5. A Ecografia 3D/4D não substitui a Ecografia Morfológica, mas a complementa, pois apenas define com nitidez a estrutura insonada (focalizada) durante o exame.
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